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quarta-feira, 31 de julho de 2013

O GRIND - A matança anual de milhares de baleias-piloto nas Ilhas Faroé

Estima-se que, no mínimo,  mil baleias-piloto sejam mortas anualmente durante o “Grind”. As Ilhas Faroé fazem isso encurralando grupos de baleias-piloto em migração, que viajam em grupos familiares, passando pelas ilhas em enseadas rasas. Uma vez identificadas, essas famílias de cetáceos são levadas para perto da costa, onde homens, mulheres e crianças de todas as idades aguardam com clavas, lanças, facas e tesouras, levando as baleias a uma morte lenta, deixando a água vermelha com o seu sangue inocente. Muitas vezes, nos meses de pico do verão, baleias-piloto grávidas também são encurraladas e sofrem ainda mais, com os fetos cortados fora de seus corpos e alinhados perto da costa, ao lado das centenas de outras vítimas.








Estes assassinatos em massa não são realizados por qualquer finalidade utilitária que não seja uma chamada “importância cultural” para a comunidade das Ilhas Faroé. De fato, após os moradores terem terminado de mutilar as baleias, mesmo que parte da carne seja utilizada para a alimentação da população local, muitos corpos são simplesmente descartados em uma vala comum, debaixo d’água, com total desrespeito pelo valor da vida. 

A baleia piloto está listada no Apêndice II da Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS), o que significa que a União Internacional para a Conservação da Natureza determinou que a espécie pode estar ameaçada de extinção, a menos que a caça seja completamente controlada. Com uma ampla gama de ameaças para as populações, desde sonares militares ao emaranhamento em redes de pesca, acredita-se que as populações podem enfrentar uma redução de 30% ao longo de três gerações.

Portanto, a Convenção sobre a Conservação da Vida Selvagem e os Habitats Naturais classifica a baleia-piloto como "estritamente protegida" no Apêndice II. Como as Ilhas Faroés não são um membro da União Europeia, eles continuam a ser um protetorado dinamarquês. Em outras palavras, mesmo que as Ilhas Faroé tenham seu auto-governo, a Dinamarca controla a polícia, a defesa, a política externa e a moeda. A principal razão para que as Ilhas Faroé se abstivesse de aderir à UE foi um esforço para impedir a UE de se intrometer nas suas políticas de pesca. A matança de cetáceos é ilegal na União Europeia.

Mas o castigo vem a "cavalo"...

As baleias-piloto, devido à sua posição na cadeia alimentar como um predador do vértice, são envenenadas por grandes quantidades de poluentes ambientais. A carne proveniente da matança contém altas quantidades de arsênio, cádmio, zinco, chumbo, mercúrio, cobre e selênio.

Em 2008, os médicos-chefes oficiais das Ilhas declararam que a carne de baleia-piloto contém muito mercúrio e outros contaminantes, que não são seguros para o consumo humano. O envenenamento por mercúrio foi encontrado entre os Islandeses, resultando em "danos ao desenvolvimento neural fetal, hipertensão arterial e imunidade diminuída em crianças, bem como o aumento das taxas da doença de Parkinson, problemas circulatórios e, possivelmente, a infertilidade em adultos".

Veja e saiba mais em:

A colheita negra

Fábrica de monstros

Sea Shepherd

Vídeo e mais fotos

Massacre filmado na manhã de ontem (30/07/2013)
http://www.youtube.com/watch?v=vquyta0lMyc


sábado, 12 de janeiro de 2013

A Enseada (The Cove) - Legendado em Português



A Enseada (The Cove) 

          Um documentário indicado ao Oscar sobre a sangrenta caça a golfinhos no Japão, a Enseada (The Cove), acompanha um grupo de ativistas que lutam com policiais e pescadores japoneses para ter acesso a uma enseada isolada em Taiji, no sul do Japão, onde é promovida a caça aos golfinhos.
        Os golfinhos que hoje são estrelas de parques como o Sea Word, são diariamente massacrados pelos japoneses. O filme é a história dessa aventura de risco, tensa e emocionante, que alerta a exploração dos adoráveis bichos dos parques, mas principalmente sua matança indiscriminada e estúpida. Mais uma amostra do que o "ser humano" pode fazer...

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Coreia pretende iniciar caça às baleias no próximo ano. Manifeste-se!


Há alguns meses atrás a Coréia havia proclamado suas intenções de, imitando o comportamento NOJENTO do Japão, dizer que iniciaria "pesquisas científicas" assassinando baleias. A princípio, eles teriam voltado atrás. Agora parece que estão de volta aos seus planos hipócritas e genocidas.



"Em 3 de dezembro deste ano, a Coréia planeja apresentar uma proposta para começar a caça "científica". Os primeiros arpões serão lançados  no verão de 2013. Mas há tempo para pararmos este massacre se agirmos agora.

Na reunião internacional deste ano da Comissão Baleeira, em julho, a Coreia anunciou que iria começar a caça "científica". Este foi apoiado pela Islândia, Noruega e Japão, mas fortemente contestado por nações antiwhaling. Havia uma tempestade na mídia com milhares de artigos críticos aparecendo e logo houve relatos de que a Coreia tinha mudado de ideia. Mas os relatórios estavam errados. 

O que a Coreia fez foi a promessa de incorporar a entrada de todos os governos e ONGs interessados ​​antes de apresentar uma proposta para a CBI. Isso significa que ele pretende seguir um processo mandatado que envolve apenas a revisão da proposta de encontrar maneiras de fortalecê-lo, mas não vai contestar sua legitimidade para prosseguir. Uma vez que a caça a pedidos Coreia for "científico", a CBI não tem poderes para pará-lo, não importa o que dizem os cientistas." (Greenpeace Internacional - Tradução: Google Tradutor)


Todos aqueles que acompanham a caça anual de baleias do Japão sabe que as baleias não são para pesquisa científica (mesmo que fossem, não justificaria a matança...) Os animais são arpoados, abatidos, imediatamente cortados e embalados nos navios fábrica. (Quem tiver dúvidas assista o episódio    "Pesadelo"  da segunda temporada de Whale Wars - Defensores de Baleias (a Sea Shepherd mostra de perto o que acontece nas águas da Antártida).

Não custa nada tentarmos... Conto com a assinatura e a divulgação de vocês para podemos ser a voz daqueles que não podem se manifestar!

http://www.greenpeace.org/international/en/getinvolved/Stop-Scientific-Whaling/

sábado, 27 de outubro de 2012

Canil fecha e cães são assassinados em Óbidos (Portugal)

Um canil em Portugal, na cidade de Óbidos, fechou e, sem que fosse qualquer dado aviso que permitisse a salvação dos cães, TODOS foram ASSASSINADOS.

Óbidos é uma cidade que tem a fama de possuir as melhores escolas do mundo (????), condomínios de luxo, Festival do Chocolate e muita ostentação. Mas não teve humanidade suficiente para discutir uma solução para os animais que estavam no canil municipal, vítimas da sociedade, e que foram assassinados porque, segundo as autoridades, não havia funcionários suficientes naquele setor. Absurdo, revoltante... 

Não se pode fazer mais nada por estes animais especificamente, que perderam suas vidas em função da frieza dos seres ditos humanos. No entanto, peço que assinem e divulguem a petição abaixo, para que os responsáveis por esta barbárie sejam punidos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A Enseada - Taiji, vergonha mundial


Mais um dia de sangue no Japão.... Um grupo de cerca de 30 golfinhos foi assassinado brutalmente em Taiji. Quando este inferno irá acabar? Me sinto impotente ao pensar que este massacre ainda vai perdurar por meses antes de uma nova trégua... Seres humanos...que decepção com minha espécie!

E você, não sabe ainda o que acontece nas águas de Taiji, no Japão? Até mesmo a população japonesa desconhece algumas práticas que lá ocorrem. Assista o documentário "The Cove - A Enseada" e saiba do segredo sujo que foi revelado por ativistas que arriscaram, e arriscam, suas vidas pelos golfinhos.


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Pelo fim das mortes nas Ilhas Faroé

Petição para pedir o fim das mortes desnecessárias de baleias e golfinhos nas Ilhas Faroé. 

Todos os anos, os habitantes das Ilhas Faroé geram um espetáculo absurdo de morte e sangue nos oceanos. Precisamos fazer o possível para acabar com este massacre. Há menos de 10 mil assinaturas nesta petição, sendo que são necessárias pelo menos cem mil para que tal ato chegue ao governo dinamarquês. Assine e passe adiante. Não vai tomar mais que trinta segundos do seu dia!





Se você quiser saber melhor o que acontece por lá, o canal Animal Planet está passando todos os sábados, às 19 horas, o programa que mostra a batalha do Sea Sheperd nas águas das Ilhas Faroé, tentando frear este show de horrores. Vale a pena assistir - neste sábado (25/08) é o segundo episódio. Confira!

domingo, 19 de agosto de 2012

Espetáculo de horror na Grande Florianópolis

114 mil pintos enterrados vivos. Esse é o resultado de mais uma ação humana e absurda que ocorreu nesta semana, mais especificamente nos dias 15 e 16, na Grande Florianópolis. Também foram para a vala milhares de ovos com pintos prestes a nascer. E sabe qual a justificativa dada para esse ato inescrupuloso? "Falta ração", dizem.

Segundo a empresa fornecedora de ração, as razões para o problema são o aumento na exportação do milho e o excesso de chuvas que ocorreram no Paraná e Mato Grosso. Será que isso justifica tal ato? Quando será que o tal ser humano vai perceber que não temos direitos sobre a vida de outros seres? Quando vão perceber que não adianta se auto denominar "racional" se seus atos não condizem nem por um instante com aquilo que praticam?
Lamentável. Triste. Repugnante. 
E se você ainda consome produtos de origem animal, está na hora de repensar suas ações. Indiretamente, você também é responsável por isto.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Brigitte Bardot envia carta à Presidente Dilma




A atriz francesa Brigitte Bardot – reconhecida defensora dos animais – enviou nesta semana uma carta à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, pedindo o fim do que considera um "genocídio de jegues" que são criados no Nordeste do Brasil e exportados à China para serem abatidos e utilizados na indústria cosmética.

"Eu, que tanto amei o Brasil na minha passagem por Búzios, fico triste em ver que esse país colabora com a China para matar, a cada ano, 300 mil jegues", escreveu Bardot, que criou uma associação protetora de animais com seu nome.

Bardot diz ainda que esse cenário não pode persistir. "Como presidente, mulher e ser humano, a senhora não pode aceitar esta mancha na imagem do Brasil", diz a carta dirigida à Dilma Roussef. A associação francesa One Voice, que também pede às autoridades brasileiras que acabem com o comércio de jegues, confirmou essa semana à Agência Efe que o Brasil e a China assinaram em fevereiro um contrato para a exportação desses animais. A China abate atualmente 1,5 milhão de jegues.

Em junho de 2011, um grupo de empresários chineses percorreu o Nordeste, da Bahia até o Rio Grande do Norte, conversando com fazendeiros e políticos. Aos políticos locais, o grupo propôs um programa de garantia de compra dos burros a preços de mercado, envolvendo até linhas de crédito, por meio de um sistema batizado de Projegue.

No Nordeste, o animal – também conhecido por burro ou asno -- é encontrado em abundância. Para produtores, além de movimentar a economia local, as vendas para a China prometem resolver o problema de excesso de oferta de jegues na região.

Com as facilidades de financiamento, houve um crescimento muito grande do uso de motos para o transporte local e os jegues, antes usados nesta função, estão perdendo espaço para a concorrência e sendo abandonados às margens das rodovias.

Segue abaixo a carta enviada pela ex-atriz. Caso queira conferir a versão original acesse: http://www.fondationbrigittebardot.fr/international/animaux-domestiques/actualites/anes-du-bresil-exportes-en-chine

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Carta aberta à Senhora Dilma Roussef
Presidente da Republica Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidente,
Escandaloso, (vou tornar esse fato mundial) chegou ao meu conhecimento que seu país está se conduzindo de maneira vergonhosa e inadmissível no projeto em andamento que criará jegues para abate e envio à China para que estes se transformem em alimento e matéria prima para cosméticos: Um verdadeiro genocídio animal dos jumentinhos brasileiros!

Eu que tanto amei o Brasil deixando um traçado marcante em minha passagem por Búzios. Estou passada, revoltada em ver esse país colaborar com a China para matar 300.000 jegues explorados pelo homem que deveria deixa-los em paz.

Vossa excelência não pode como Presidente da Republica, mulher e ser humano aceitar essa barbaridade, esse retrocesso que manchará profundamente a imagem do Brasil.
Em vossa alma e consciência eu vos suplico em por um fim a essa barbaridade:

Gandhi disse: " Julga-se uma nação pelo modo que esta trata os animais."

Conto infinitamente com vossa excelência, coloco todas as minhas esperanças em suas mãos e no amor que nutro por vosso país.

Brigitte Bardot
Presidente da Fundação Brigitte Bardot
24 de maio de 2012


terça-feira, 1 de maio de 2012

Como assassinar 15 mil frangos em 15 minutos



Esta foto foi tirada aqui, em Santa Catarina, e representa mais uma novíssima invenção do sistema de exploração animal. Em 15 minutos, usando apenas espuma (aquela usada pra lavar carros), 15.000 aves são mortas por asfixia. Engenheiros, agrônomos e empresários assistem animados o sucesso da mais nova técnica.

Isso não é normal! Isso não é saudável! Isso não é natural!

Sem dúvida nenhuma, uma das faces mais perversas e doentias do sistema capitalista moderno é a (moderna) pecuária. Não somos mais uma espécie de caçadores. Não somos índios que entram na mata, caçam um macaco (livre) e depois comem sua carne: isso é um comportamento natural. Matar 15.000 aves em 15 minutos é um comportamento doentio. Tentar alimentar 7 bilhões de animais humanos com a morte anual de 70 bilhões de animais não-humanos (apenas considerando os animais terrestres) é um comportamento estúpido, doentio e insustentável. É uma das mais graves evidências da nossa atual crise.

Estamos numa profunda crise! Vivemos (sem nem sempre perceber completamente) num contínuo estado de violência, guerra e destruição. Quem mata 15.000 vezes em 15 minutos, e considera isso um avanço, jamais conseguirá encontrar paz e felicidade. Se nossa inteligência está nos tornando apenas mais ferozes, mais mortais, mais sanguinolentos; então muita pouca esperança podemos ter.

Quando me perguntam porque sou vegana, e começo a explicar, muitos me olham como se eu fosse um alienígena. Mas, neste caso, posso afirmar, veementemente, que ser vegana é dizer: eu não quero ser uma espécie que mata 15.000 vezes em 15 minutos; eu quero fazer o bem 15.000 vezes em 15 minutos. Eu quero fazer o bem para 15.000 pessoas, bichos e plantas em 15 minutos – e não destruí-los.

Progredir é se tornar mais feliz e aumentar o grau de felicidade no mundo. Criar bombas, máquinas de guerra e máquinas de extermínio em massa é regresso, é infelicidade, é estupidez. Observe com mais clareza e sinceridade seus próprios comportamentos.

Você pede paz, justiça, honestidade. Clama por igualdade, pelo fim da violência e da exploração, mas será mesmo que você está agindo assim? Matar, escravizar, testar medicamentos, torturar e explorar de todas as formas possíveis os outros, apenas porque eles não são iguais a você? Apenas porque eles são mais fracos do que você?

Isso é massacre. Isso é guerra. Isso é apenas infelicidade se multiplicando 15.000 vezes a cada 15 minutos. E isso precisa ter fim.

domingo, 29 de abril de 2012

Chineses divertem-se arremessando animais para serem devorados por leões

Depois me perguntam por que sou vegana e por que, a cada dia que passa, tenho mais nojo da minha espécie. A resposta, dentre tantas outras mais, está nas linhas abaixo.
Crianças sorriam à medida que davam tapinhas na cabeça do cabritinho e faziam cócegas por trás das orelhas. Alguns mais animado tentavam subir nas costas do animal, mas logo eram derrubados com uma rápida chacoalhada.
A cena poderia retratar uma ida de qualquer família ao zoológico, de qualquer parte do mundo, a não ser pelo fato que aconteceria em seguida.
Um homem içou um cabrito e, com sangue frio, o atirou sobre o muro em direção à cova cheia de leões famintos. O pobre cabrito tentou correr para salvar sua vida, mas não teve qualquer chance. Os leões rapidamente cercaram-no e começaram a rasgar sua carne.
“Uus” e “Aas” podiam ser ouvidos à medida que as crianças observavam o cabrito ser dilacerado membro por membro. Algumas começaram a aplaudir silenciosamente com um olhar de espanto.
As cenas testemunhadas no Badaltearing Safari Park, na China, estão rapidamente se tornando normais para muitas famílias chinesas.
Enormes multidões agora se aglomeram nos zoológicos de todo o país para observar animais sendo despedaçados por leões e tigres.
A apenas uma hora de viagem das principais atrações olímpicas de Beijing, Badaling é em muitas formas um típico zoológico Chinês.
Próximo à principal arena de massacre fica o restaurante. Lá as famílias podem comer um cachorro que foi cozido lentamente enquanto observam vacas e cabritos sendo estraçalhados por leões.
O zoológico também encoraja os visitantes a “pescar” leões usando galinhas vivas como isca. Por somente 2 libras, os visitantes amarram galinhas aterrorizadas em varas de bambu e balançam-nas em frente aos leões, da mesma forma que o dono de um gato poderia importunar seu animal com um brinquedo.
Durante uma visita, uma mulher conseguiu provocar os “grandes gatos” com uma galinha, petrificada, por cinco minutos até que um leão conseguisse agarrar a ave com a mandíbula.
A multidão aplaudia enquanto a ave batia suas asas pateticamente na tentativa fútil de fugir. O leão finalmente apertou a criatura aterrorizada até a morte.
Os turistas eram então reunidos em ônibus e conduzidos até a área gradeada dos leões para observar outro espetáculo tão cruel quanto esse. Os ônibus têm rampas especialmente planejadas para empurrar galinhas vivas e observá-las sendo despedaçadas.
Novamente, crianças são encorajadas a participar do massacre.
“É quase uma forma de abuso infantil”, afirma Carol McKenna do grupo de defesa do bem-estar animal OneVoice. “A crueldade dos zoológicos chineses é nojenta. Pense no impacto das crianças observando isso. Que tipo de futuro há para a China se suas crianças pensam que esse tipo de crueldade é normal?
“Na China, se você ama animais, você quer se matar todo dia de desespero.”
Mas a crueldade de Badaling não se limita a animais despedaçados. Para aqueles que ainda têm estômago, o zoológico oferece numerosos animais traumatizados para nos maravilharmos. Dois ursos tibetanos em perigo de extinção e com argolas de ferro enferrujadas no nariz estão acorrentados em gaiolas tão pequenas que não conseguem sequer se virar. Um deles ficou claramente louco e gasta a maior parte de seu tempo balançando sua cabeça e dando pancadas nas grades de sua prisão.
Há outras tantas criaturas, incluindo tigres, que também parecem ter ficado loucas por causa do cativeiro. Previsivelmente, elas são mantidas em condições limitantes e desprezíveis.
“Zoológicos como esse me dão vontade de boicotar tudo que seja chinês”, declara Emma Milne, estrela de Vets In Practice da BBC.
“Eu gostaria de picar tudo em minha casa que seja feito na China. Eu tenho grandes problemas com sua cultura. Se você curte observar um animal morrer, isso então é um reflexo nojento e triste sobre você. Talvez não devêssemos ficar surpresos com esse comportamento com os animais, já que o valor da vida humana é tão baixo na China.”
Ao Leste de Badaling fica o igualmente horrível Qingdao Zoo. Ali, visitantes podem participar da mais recente mania de molestar tartarugas.
Em suma, famílias chinesas agora se reúnem em zoológicos para atirar moedas em tartarugas. É simples, você bate na cabeça de uma tartaruga com uma moeda e faz um desejo, o pedido vai virar realidade. É o equivalente chinês ao poço de desejos.
Para alimentar essa mania, tartarugas são mantidas em condições bárbaras no interior de pequenas salas vazias.
Quando turistas sorridentes começam a atirar moedas nelas, elas tentam desesperadamente se proteger entrando em suas cascas.

Mas os funcionários dos zoológicos chineses descobriram uma forma de contornar isso: eles enrolam fitas elásticas em volta do pescoço das tartarugas para que elas não possam retrair a cabeça.
“As tartarugas não são rápidas o suficiente e não conseguem escapar”, diz Carol McKenna. “É monstruoso que as pessoas atirem moedas nas tartarugas, mas amarrar suas cabeças com elásticos de modo que elas não possam se esconder é ainda mais nojento.” “Como as tartarugas não podem gritar, as pessoas supõem que elas não sofrem. Mas sofrem. Eu não consigo suportar a sensação do deve significar viver em uma pequena cela e ter pessoas atirando moedas em você durante todo o dia.”
Ainda pior é a loja de animais de Xiongsen Bear e Tiger Mountain Village, perto de Guilin, no sudeste da China. Ali, vacas vivas alimentam tigres para diversão de multidões. Durante uma visita recente, observei horrorizado um bezerrinho que foi caçado e capturado. Seus gritos enchiam o ar enquanto esforçava-se para escapar. Um tigre selvagem mataria sua presa em segundos, mas o instinto natural de predador dessas bestas foi embotado por anos vivendo em pequenas gaiolas. O tigre tentava matar rasgando e mordendo o corpo da vaca em um frenesi aparentemente patético, pois ele simplesmente não sabia como fazer. Finalmente, os funcionários estragaram o desafio e abateram eles mesmos a vaca, para decepção da multidão.

Embora a exibição da matança seja indubitavelmente deprimente, a “parada animal” é igualmente preocupante. Julgando pelo resto da operação, os métodos de treinamento não vistos são improvavelmente humanos, mas o que os visitantes veem é ruim o suficiente.

Tigres, ursos e macacos apresentam-se em um “entretenimento” degradante. Ursos vestem vestidos, equilibram-se em bolas e não apenas dirigem bicicletas, como montam em cavalos. Um urso dirige uma bicicleta do alto de um arame, acima de uma parada de tigres, e macacos e ursos tocam trompetes.
Espantosamente, o zoológico também vende carne de tigre, algo amplamente consumido na China. Já o vinho feito dos ossos esmagados dos animais é uma bebida popular. Embora seja ilegal, o zoológico é inteiramente livre em suas atividades. Na realidade, ele ostenta ter 140 tigres mortos em freezers prontos para o consumo. No restaurante, os visitantes podem comer tiras de tigre cozidas em óleo a alta temperatura com gengibre e vegetais chineses. O menu também traz sopa de carne de tigre e um picante curry feito com tiras da carne amaciada.

E se isso tudo não basta, você pode comer ainda bifes de leão, pata de urso, crocodilo e várias diferentes espécies de cobra.
Visitantes “perspicazes” podem deglutir tudo com um copo ou dois de vinho de ótima qualidade feito dos ossos de tigres siberianos.
O vinho é feito dos tigres criados na área. O restaurante é o predileto dos oficiais do Partido Comunista Chinês que frequentemente se deslocam de Beijing no fim de semana.
Os zoológicos da China afirmam ser centros para a educação e conservação. Sem eles, dizem, espécies seriam extintas. Isso é claramente uma tapeação e alguns poderiam até chamar de simples mentira. Muitos são nada mais que espetáculos sensacionalistas da Idade Média e alguns não são diferentes dos torneios sangrentos da Roma Antiga.
“É cômico afirmar que esses zoológicos são educativos”, declara Emma Milne. “Como você pode aprender algo a respeito de animais selvagens observando-os andar pra lá e pra cá dentro de uma jaula? Você poderia aprender muito mais através de um documentário de David Attenborough.”
Em 2004, Beijing propôs uma legislação de bem-estar animal que estipulava que “ninguém devesse molestar, maltratar ou ferir animais”. Deveriam ser banidas também lutas de animais e shows de alimentação viva. Uma legislação teria dado um gigantesco passo a frente. Mas as propostas foram descartadas após forte oposição de grupos que tinham interesses e pareceu que a China tinha preocupações mais prementes.
E esse é o problema central do bem-estar animal na China: sua elite dirigente é brutalmente repressiva e cuida pouco dos animais. Séculos de domínio por imperadores tirânicos e ditadores sanguinários erradicaram o respeito budista e confuciano pela vida e natureza. Como resultado, grupos de defesa do bem-estar estão encorajando as pessoas a não irem aos zoológicos chineses. “Eles deveriam contar à Embaixada Chinesa o motivo pelo qual estão recusando visitar esses zoológicos’, diz Carol McKenna do OneVoice.
“Se uma nação é grande o bastante para receber os Jogos Olímpicos, então é grande o bastante para ser capaz de proteger seus animais.”
As informações são do Daily Mail.
Nota : Essas imagens foram fotografadas em 2008, mas o mundo precisa ficar atento para o que ainda acontece com os animais nesse local e em muitos outros pelo mundo.

domingo, 22 de abril de 2012

Da fazenda a geladeira: as informações que a indústria pecuária não quer que você tenha acesso


Assista a este mini documentário que expõe a realidade de bilhões de animais mortos e escravizados todos os dias em nome da produção de alimentos que saciem o paladar dos humanos. Veja o que acontece por trás das paredes das fazendas, matadouros e indústrias de ovos e leite.


Clique aqui para ver o vídeo, ou acesse http://www.pecuaria.info/

sábado, 14 de abril de 2012

Preso em armadilha, orangotango tenta arrancar a própria mão para sobreviver

O instinto de sobrevivência falou mais alto para um pequeno orangotango da Indonésia. Preso a uma armadilha na floresta, o animal tentou arrancar a própria mão para poder escapar.

De acordo com o jornal britânico Mail Online (12/4), foram quase dez dias de um terrível sofrimento até que finalmente o primata fosse resgatado. Depois de enfiar a mão na armadilha, Pelangsi, como passou a ser chamado, viveu um drama parecido com o do alpinista Aron Ralston, retratado no filme 127 horas: ele tentou arrancar a própria mão.

Enquanto Ralston tinha instrumentos que lhe permitiram escapar, ainda que mutilado, os dentes de Pelangsi não foram o suficiente. Por sorte, ele foi encontrado por um grupo de aldeões que acionou uma equipe local de caridade e preservação à vida selvagem, a “International Animal Rescue”.

Depois do atendimento emergencial, o primata está recebendo um tratamento intensivo e se recupera lentamente dos ferimentos, mas, infelizmente, veterinários terão de amputar a mão do orangotango para que o braço também não precise ser amputado.

Um fotógrafo que trabalha com a entidade, Chris Skone-Roberts, registrou imagens angustiantes do momento em que o animal foi encontrado. Ele disse, ainda, que a equipe acredita que o primata irá sobreviver. “Mas ele precisa estar forte o suficiente para que sua mão, que ficou destruída, possa ser amputada”, explica. O fotógrafo diz que a equipe de atendimento tratou o animal como um paramédico faria a um humano. Agora, é torcer pela recuperação de Pelangsi.

Fonte: Planeta Bicho

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Muçulmanos celebram ritual de sacrifício Eid al-Ad

As imagens abaixo são do Terra, sobre o Eid al-Adha, ou Festival do Sacrifício, em Karachi, no Paquistão. O ritual é celebrado por muçulmanos de todo o mundo para lembrar o momento em que o profeta Abraão se dispôs a sacrificar seu filho Ismail a pedido de Alá.Que tipo de divindade aceitaria e pediria por isto? Deus? Então, me desculpem, mas o meu Deus é diferente deste. Sinceramente... depois dizem que sou insana quando falo que o ser humano deveria mesmo ser varrido da face da Terra para que os outros seres possam viver em paz...

Contém imagens fortes.

domingo, 23 de outubro de 2011

Terror e covardia no massacre em Ohio

Por Sam Berkhead - Tradução por Natalia Cesana (Jornal Anda)

Foto: AP

Muitas pessoas de todo o mundo assistiram à fuga de dezenas de animais silvestres em Ohio (EUA) nesta terça-feira (18), quando o proprietário de uma exótica fazenda, antes de se suicidar, abriu as jaulas dos animais e os soltou.

Até a quarta à tarde, a polícia havia matado dezenas de leões, tigres e outros animais em extinção. Apenas 6 dos 56 sobreviveram. As imagens pareciam um pós-apocalíptico da Arca de Noé, uma cena de devastação da tirania humana sobre a vida.

Não ofenderia as pessoas quem tem de compensar sua falta de masculinidade matando animais por esporte, mas isso foi repulsivo. O que aconteceu em Ohio esta semana não foi uma história para ler como diversão. Foi um massacre. Foi um massacre em que as vítimas não tinham voz.

A polícia de Ohio defendeu a decisão de assassinar os animais como prevenção a um possível ataque aos civis.

Leopardo é um dos seis animais que sobreviveram ao massacre (Foto: AP)

Mas quão difícil teria sido emitir um alerta para os moradores da cidade, advertindo-os a ficar em casa? Teria sido um grande inconveniente usar armas com tranquilizantes? Este era mesmo um caso de poucos recursos ou simplesmente foi preguiça?

Eram 18 tigres, 17 leões, seis ursos pretos, dois ursos pardos, três leões da montanha, dois lobos e um macaco. A possibilidade era que estes animais estivessem com mais medo das pessoas que as pessoas em volta deles.

(...) o que faz dos humanos mais superiores?

Dois primatas estão entre os sobreviventes (Foto: AP)






Se a perda de uma vida humana é uma tragédia, deveria ser considerado mais crime ainda quando é a vida de um animal que se perde tão egoistamente.

Se cada indivíduo tem o inalienável direito de viver, este direito deveria ser estendido a outros seres que dividem este planeta conosco. Crueldade é crueldade, não importa a quem.

É preciso que os legisladores aprovem leis que protejam os animais em situações como essa. Entre em contato com o centro de controle animal local para garantir que os animais recebam o mesmo tratamento dispensado aos humanos.

Você recebeu a voz por uma razão. Falar pelos que não podem falar por si mesmos.

Fonte: The Bona Venture