quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Israel proíbe comercialização de cosméticos e produtos de higiene testados em animais

Batons, esmaltes e qualquer outro item de beleza ou higiene pessoal testados em animais não são mais aceitos no país. Já está valendo a lei que proíbe a fabricação e a venda de cosméticos testados em animais em Israel. A medida vale também para todos os produtos de higiene pessoal. O político israelense Eitan Cabel declarou que a nova lei é “uma verdadeira revolução na proteção animal de Israel”. Apesar da boa notícia, a lei abre exceção para produtos médicos. “Com essa lei, esperamos criar uma mudança de percepção que vai proibir os testes em animais por completo, no futuro.”, disse Cabel. (Fonte: Vista-se)


Vamos adotar um amigo?

Casos de abandono são frequentes, infelizmente. Mas você pode fazer sua parte adotando ou divulgando! Vamos encontrar um lar para estes amiguinhos?

Pela não verticalização do Canto do Morcego - Itajaí/SC

Vereadores de Itajaí ignoraram manifestações e aprovaram zoneamento do Canto do Morcego, no norte da praia Brava. A verticalização vai acabar com a área verde, dando lugar à dezenas de novas construções, que segundo os mesmos não ultrapassará seis andares (como se isso fizesse diferença, já que mais uma parte da natureza vai ser sacrificada em prol de interesses econômicos).

Hoje, a lei restringe as construções à beira do mar na Brava a térreo mais dois andares. Mas, de acordo com a Secretaria de Planejamento, há pelo menos uma construção com nove andares para sair, aprovada antes da revogação do Plandetures. Além da sombra na areia, de acordo com a assessora da Associação de Voo Livre Morro do Careca (AMCA), Daniela Occhialini, a altura dos prédios restringe os voos de parapente - atividade tradicional na Brava.

Mas o movimento pela não verticalização do canto norte da Praia Brava, em Itajaí, continua. 

Manifestação

Moradores e apoiadores do movimento organizam um dia de ações no Canto do Morcego no domingo (13), que será encerrado com um “Abraço Oficial”.

Ele tem o objetivo de chamar a atenção para o posicionamento contrário de parte da população à especulação imobiliária e às permissões de construção no local. Conforme uma das organizadoras, Sabrina Schneider, o ato simbólico está marcado para as 16h. 

No entanto, as atividades no Canto do Morcego começam um pouco mais cedo, às 14hrs; o Projeto Route, de Florianópolis montará uma tenda no local, e planeja ao final do Abraço realizar um mutirão de limpeza com os participantes do ato. Durante todo o dia haverá atividades e incentivo à prática de esportes no local.

Fontes: 
http://www.pagina3.com.br/geral/2013/jan/9/3/movimento-em-defesa-da-preservacao-promove-dia-de-acoes-no-canto-do-morcego
https://www.facebook.com/events/539893296023965/?suggestsessionid=18445344491357755000
http://osoldiario.clicrbs.com.br/sc/noticia/2012/12/sombras-da-verticalizacao-comecam-a-aparecer-na-praia-brava-em-itajai-3997199.html

A escolha é sua...


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

“Os órfãos do leite” - Uma investigação sobre a indústria leiteira da América do Sul

Via Vista-se



No mínimo, você nunca mais vai consumir laticínios do mesmo jeito.

Em um excelente trabalho, a ONG chilena “Elige Veganismo” conseguiu reunir um material polêmico e inédito na América do Sul sobre a indústria do leite e seus derivados. Os ativistas chilenos se infiltraram como trabalhadores em mais de uma dúzia de pequenas, médias e grandes empresas de leite em seu país. O resultado de meses de gravação já era esperado mas, ainda assim, surpreende e choca.

O vídeo documentário que resume o trabalho da “Elige Veganismo” tem 30 minutos e pode ser assistido no Youtube. Nele, os ativistas contam as etapas da vida de vacas e seus filhotes nessa indústria.

Inseminação

Para ter leite, assim como uma mulher, uma vaca precisa estar “grávida” (ou prenha, como dizem). Para manter as vacas em um ciclo em que possam ser ordenhadas e exploradas, os criadores inseminam artificialmente estes animais. O processo é, obviamente, invasivo e estressante.

Mastites

Por serem constantemente ordenhadas por máquinas e consumirem rações que fazem com que a produção de leite cresça acima do normal da espécie, as vacas sofrem de doenças relacionadas a inflamações e inchaços dolorosos.

O nascimento das crias e a separação

Antes do nascimento das crias, as vacas são diariamente ordenhadas por máquinas para fornecer leite ao produtor. Quando nascem os bebês, os fazendeiros separam imediatamente os filhotes de suas mães. Os que não são mortos, choram pela presença de suas mães por até 20 dias. Estes são os órfãos do leite. As mães, por sua vez, continuam berrando por suas crias por dias.

Filhotes macho: morte. Filhote fêmea: exploração e morte

Se o filhote for macho, está fadado a receber uma injeção que o mata, pois simplesmente não tem valor comercial no ciclo da indústria do leite. Alguns deles são destinados à produção de vitela (tipo de carne branca apreciada como iguaria). A vitela, embora seja uma carne bovina, é considerada branca por ser deficiente em ferro. Os bezerros machos são criados amarrados e em uma dieta com zero de ferro para que sua carne se torne macia, com músculos pouco desenvolvidos. Este processo dura alguns meses e o bebê macho é morto enquanto ainda é um bebê. Portanto, a carne de vitela é branca e macia porque vem de um animal anêmico e que é forçado a ficar parado por toda sua pequena vida.

Se a filhote for fêmea, é encaminhada para outra área da fazenda onde vai crescer em espaços minúsculos para logo começar a ser inseminada e explorada como sua mãe foi e recomeçar o ciclo. Ainda bebês, têm seus chifres brutalmente impedidos de crescer: os fazendeiros passam uma espécie de pasta cáustica que faz com que as filhotes se contorçam de dor por horas. Nos chifres, estes animais têm milhares de terminações nervosas. Depois, um empregado esfrega um ferro quente na área para “matar” o chifre.

No final, o destino é o mesmo dos animais considerados “de corte”: o matadouro

Nas fazendas investigadas no Chile, a vida média das vacas leiteiras é de 5 anos. São 5 anos de dor, exploração e angústia. No final, elas simplesmente são descartadas como carne barata.

Padrão na indústria, inclusive no Brasil

Infelizmente, as cenas conseguidas nas mais de 12 fazendas visitadas no Chile não são casos isolados. Estes fatos apenas reforçam tudo que já havíamos visto em países europeus e norte-americanos. No Brasil, onde foram produzidos apenas em 2010 mais de 20 bilhões de litros de leite, os processos são parecidos. Muda o jeito de “descartar” o bezerro macho de uma fazenda para a outra, muda o tratamento para melhor ou para a pior aqui ou ali, mas a exploração é o foco do negócio e a crueldade é parte do manejo.

Infelizmente, nosso país é disparado o maior produtor de leite de vaca do mundo. O Brasil, sozinho, explora mais do que o dobro de vacas que toda a União Europeia somada, que vem em segundo lugar.


Assista o documentário logo abaixo ou acesse: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=jszYceaoA8o#! 



domingo, 6 de janeiro de 2013

Viver sem carne - uma escolha saudável para as crianças


leitora Sônia Macedo traduziu o artigo a seguir, pedindo que publicássemos o mesmo no blog, já que tem grande importância para os adeptos à causa e também àqueles que estão conhecendo o veg(etar)anismo. Obrigada, Sônia!

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Viver sem carne - uma escolha saudável para as crianças

O vegetarianismo não é um fenômeno novo. O antigo filósofo e matemático grego Pitágoras e muitos dos seus seguidores abstiveram-se de comer carne e viveram de forma saudável e produtiva. Centenas de anos mais tarde, o movimento vegetariano Norte-Americano iniciou-se como reação a uma crescente industrialização e às mudanças sociais. Foi sobretudo apoiado pela doutrina religiosa da Igreja Cristã Bíblica (Bible Christian Church), que culpava a carne de ter um efeito devastador sobre o desenvolvimento e equilíbrio moral das pessoas. A carne era, ainda, considerada como comida desviante com efeitos perigosos para a saúde dos seres humanos. Ao longo do tempo, muitos adultos foram escolhendo viver sem carne na sua dieta. No entanto, enquanto uma dieta vegetariana em adultos é largamente aceite como benéfica, uma mesma dieta em crianças causa um certo sentido de privação, não só aos olhos do público em geral como também pelos profissionais de medicina.

Assim sendo, se uma dieta vegetariana traz benefícios a um adulto, poderá uma dieta sem carne fornecer todos os nutrientes necessários a uma criança e, mais tarde, a um jovem adolescente, cujo corpo e cérebro se encontra em rápido crescimento? Investigações científicas convencionais confirmam que as crianças podem gozar de uma vida equilibrada em termos nutricionais sem comer carne, uma vez que uma dieta baseada em plantas pode preencher os requisitos de nutrientes considerados necessários a uma boa saúde e desenvolvimento adequado. 
Organizações de saúde de renome aprovam uma dieta vegetariana equilibrada, tão saudável em termos médicos como uma convencional dieta carnívora para crianças. 

Em qualquer fase da sua vida, as crianças têm necessidade de uma dieta bem equilibrada e são especialmente vulneráveis a carências nutricionais. De forma a assegurar um desenvolvimento saudável durante a fase pré-natal, a infância e a adolescência, há determinados nutrientes que devem ser obtidos através da comida. Estes nutrientes, entre outros, proteínas, cálcio, vitaminas e ferro, são necessários ao desenvolvimento do sistema nervoso, cuja falta pode levar a graves falhas das capacidades motoras e cognitivas. O rápido crescimento infantil requer quantidades adicionais de calorias e nutrientes. 
Em "Nutritional risks of vegan diets", Dwyer e Loew sublinham que, para evitar uma má nutrição, as crianças em fase pré-natal, na infância e na adolescência, precisam de "mais nutrientes por quilocaloria de comida ingerida" ou, por outras palavras, de comida altamente nutritiva. (59) 
Depois de longos anos de constantes discussões acerca da inferioridade das proteínas vegetais, o "Dietary guidelines" de 2005 da USDA, confirma, explicitamente, a suficiência de uma ingestão adequada de proteínas vegetais. (Maurer 39) 
Se as crianças não receberem proteínas animais através do consumo de ovos e lacticínios, deverão comer uma ampla variedade de legumes, frutos secos, sementes e cereais integrais. Deste modo, os seus corpos receberão proteínas suficientes para produzir, restaurar e sustentar as células. 
Em "Vegan children", C. Coughlin acrescenta que as sementes e os frutos secos não só fornecem as proteínas e minerais necessários às crianças, mas também fornecem a grande quantidade calórica necessária ao seu desenvolvimento.(2) 

Embora as plantas disponibilizem as proteínas, elas não podem fornecer a vitamina B12. Sendo um nutriente importantíssimo na constituição do corpo humano, uma deficiência desta vitamina pode causar danos muito graves no sistema nervoso. Uma vez que é somente produzida no sistema digestivo dos animais, as crianças vegetarianas devem obtê-la através do consumo de produtos lácteos ou ovos. (Maurer 102). Os veganos, por outro lado, têm que tomar suplementos vitamínicos ou comida com adição de vitamina B12, tal como bebidas multi-vitaminadas, que costumam ser do agrado das crianças. (Coughlin 4) 
O ferro é outro nutriente indispensável e responsável pelo transporte de oxigénio. Apesar da biodisponibilidade do ferro ser mais alta na carne - o que significa que é mais facilmente absorvido - muitos vegetais são abundantemente ricos em ferro. (Wisely 6) 
N. Barnard e K. Kieswer advertem, no seu trabalho "Vegetarianism, the healthy alternative", que o consumo de carne vermelha causa, muito facilmente, um excesso de ferro, o que catalisa a configuração de radicais livres. Estes compostos altamente instáveis e reactivos podem causar danos celulares, vulgarmente conhecidos como cancro. (49) 
Consequentemente, se as crianças vegetarianas retiram a sua quantidade necessária de ferro das plantas de folha verde, frutas, legumes e leguminosas (grão, feijão, etc), os seus corpos demoram mais tempo a absorver o ferro das plantas mas, ao mesmo tempo, reduz a sobrecarga de ferro e o risco de cancro. Contudo, como a anemia por falta de ferro é o problema de saúde mais comum em bebés e crianças nos E.U.A., vegetarianos ou carnívoros, Dwyer e Loew propõem que se tenha um cuidado especial com a ingestão de ferro por parte de bebés e crianças pequenas e, se necessário, fornecer-lhes suplementos de ferro ou comida fortificada com adição de ferro. (64-65) 
Em alternativa, as crianças podem aumentar a sua absorção de ferro com bebidas ricas em vitamina C, ou alimentos como sumo de laranja, melancia ou pimentão-doce (paprica).
Em contraste com as deficiências de ferro, as deficiências em cálcio são muito pouco prováveis em crianças vegetarianas. Para além dos produtos lácteos, uma grande variedade de alimentos como brócolos, sementes de girassol, vegetais de folha verde, frutas e feijões, fornecem perfeitamente este mineral, de acordo com M. Wisely em "Raising a vegan child"(5). Isto significa que as crianças com uma dieta à base de plantas recebem cálcio suficiente para o desenvolvimento de ossos e dentes fortes. Maurer acrescenta que os vegetarianos têm reservas de cálcio superiores às dos carnívoros, devido à falta ou diminuição das quantidades de proteínas animais (51). 
Uma vez que o cálcio é responsável pelo regulamento da tensão arterial e pelos movimentos musculares, uma disponibilidade aumentada de cálcio parece melhorar a saúde de uma criança tanto num futuro próximo como distante. 

Já que é evidente que uma dieta vegetariana equilibrada fornece todos os nutrientes necessários a uma criança, põe-se uma outra questão: Poderá uma dieta sem carne funcionar como fator preventivo e/ou paliativo em doenças? Poderá a exclusão de carne levar à diminuição de doenças graves? 
Um número substancial de investigações científicas demonstra, sem sombras de dúvida, a acção preventiva de uma dieta baseada em alimentos vegetais. Por outro lado, é um facto bastante conhecido de que as grandes quantidades de gordura, gordura saturada e colesterol da carne e produtos lácteos estão associadas ao aumento de doenças coronárias, cancro, obesidade, acidentes cardio-vasculares, e diabetes tipo 2. A sobrecarga de proteína animal pode, também, levar à osteoporose e à insuficiência renal (falha dos rins), em contraste com as proteínas vegetais, que diminuem o risco de perda de densidade óssea, conservando melhor o cálcio nos ossos (Barnard e Kieswer 52). Dwyer e Loew chamam a atenção para a correlação existente entre a quantidade de proteína animal ingerida na infância e a densidade óssea que se tem décadas depois (64). 
Tendo 65% da população norte-americana problemas de excesso de peso ou obesidade, as crianças sofrem com a gordura, o que leva à obesidade, diabetes, ataques cardíacos e insuficiência renal. Dietas vegetarianas com grandes quantidades de fibra e hidratos de carbono parecem contribuir para uma diminuição de peso, por conservarem menos de 50% das chamadas calorias gordas, não tendo as crianças que passar por curas de fome intermináveis e diminuindo o risco de diabetes tipo 2 e hipertensão (Barnard e Kieswer 51,54). As dietas à base de plantas também impedem que as crianças apanhem infecções por carne contaminada como a BSE/Doença de Creutzfeldt-Jacob, salmonela, ou infecções do cólon pela bactéria escherichia coli, (e. coli - responsável por algumas formas de gastroenterite), que podem provocar infecções muito graves ou mesmo fatais. Além disso, as crianças que comem carne adquirem resistência aos fármacos, devido ao excesso de antibióticos aplicados aos animais para criados para abate. Acrescenta-se o facto de cada vez haver mais estudos que demonstram o contributo de uma dieta vegetariana na prevenção de alguns tipos de cancro, revelando números de taxas de mortalidade até 76% mais baixos do que a restante população Barnard e Kiewer 47). Estas estatísticas impressionantes estão associadas a uma dieta sem carne, mas também à ingestão de antioxidantes obtidos através dos alimentos vegetais, que previnem ou reduzem a formação de radicais livres. Isto significa que as crianças que tenham uma dieta à base de plantas reduzem enormemente o risco de virem a sofrer de cancro. 

No seu livro "Vegetarians and Vegans in America today", K. e M. Iacobbo documentam, ainda, efeitos paliativos ou a reversão de efeitos em certas doenças crónicas, após iniciarem dietas vegetarianas (77). Crianças com esclerose múltipla e diabetes tipo 2 podem abrandar a progressão da doença ou mesmo melhorar a sua condição médica com uma dieta pobre em gorduras baseada quase exclusivamente em produtos de plantas. 
Uma dieta sem carne não só produz efeitos na condição física e no bem-estar da criança, mas também tem impacto no desenvolvimento psicológico, social, intelectual e espiritual da pessoa.
Enquanto que os adultos se tornam vegetarianos por razões de saúde, as crianças e adolescentes parecem preocupar-se mais com os direitos dos animais e com o bem estar deles. Preocupam-se também com os efeitos sobre o ambiente e com a fome a nível mundial. Tudo isto se junta ao pensamento de viver em uníssono com a natureza, o que, por sua vez, gera crianças mais graciosas e menos agressivas (Maurer 71). Esta paz e harmonia com o mundo dá à criança vegetariana um sentimento positivo acerca de si mesma e contribui para uma abordagem holística. Os Iacobbos chamam a isto o "poder positivo transformador" da dieta vegetariana no corpo e na alma, não só tornando possível que os seres humanos vivam uma vida compassiva, mas também a permitir-lhes grandes feitos em termos de performance e endurance em atletismo (73-80). Crianças ou adolescentes que pretendam seguir uma carreira em atletismo só têm a beneficiar com uma dieta vegetariana seguida desde a primeira infância. 
Provas científicas têm demonstrado que uma dieta vegetariana baseada em fruta fresca, vegetais e cereais integrais cobre perfeitamente todas as necessidades nutricionais das crianças. As crianças vegetarianas podem obter as quantidades adequadas de proteínas essenciais, vitaminas e minerais através do consumo de produtos de plantas e lacticínios. Se os pais tiverem o cuidado de lhes oferecer uma dieta vegetariana bem planeada, com as quantidades adequadas de nutrientes, as crianças podem gozar de uma vida equilibrada e saudável. As dietas à base de plantas também dão boa saúde por conterem menos gordura saturada e colesterol e mais fibra e antioxidantes do que as dietas à base de carne. Ao ingerirem fibra e antioxidantes quando comem frutos, vegetais, cereais integrais e grãos, as crianças reduzem os riscos de certas doenças e condições degenerativas e, ainda mais, as crianças vegetarianas têm a oportunidade de atingir níveis superiores desportivos. 
O seu compromisso ético para com os animais e o ambiente não só beneficia toda a humanidade como a eles mesmos.

Fonte: http://www.centrovegetariano.org/Article-437-Viver%2Bsem%2Bcarne%2B-%2Buma%2Bescolha%2Bsaud%25E1vel%2Bpara%2Bas%2Bcrian%25E7as.html